CUMMINS conclui aquisição da Meritor

 A Cummins, empresa estadunidense especializada em soluções de energia, anunciou a conclusão da compra da Meritor, importante fornecedora de soluções de powertrains elétricos para veículos comerciais e para mercados industriais, além de sistemas de transmissão, mobilidade e frenagem. A aquisição teve valor total de cerca de US$ 3,7 bilhões.

De acordo com a Cummins, a integração do pessoal, produtos e capacidades da igualmente norte-americana Meritor posicionará a Cummins como uma das principais fornecedora de soluções integradas de powertrains em aplicações mistas de combustão interna e eletrificação.

“À medida que a demanda por soluções descarbonizadas avança, os ePowertrains serão fundamentais para a integração dos sistemas de força híbridos e elétricos”, disse Jennifer Rumsey, presidente e CEO da Cummins.

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Com a aquisição a marca passa ocupar um papel mais forte no cenário da eletrificação.

Segundo a executiva, a companhia pretende acelerar os investimentos da Meritor em eletrificação e integrar o desenvolvimento em seus negócios New Power, de modo que possa fornecer soluções descarbonizadas para clientes globais.

A aquisição da Meritor também adicionará produtos ao negócio de componentes e soluções de energia da Cummins que hoje apresentam boas oportunidades de crescimento, como a produção de eixos e freios para caminhões, reboques, veículos fora de estrada e para o setor de defesa.

A Cummins também pretende ajudar a expandir o negócio principal da Meritor utilizando a extensa rede de vendas e serviços das duas empresas, que juntas alcançam praticamente todo o mundo.

Da mesma forma que a Cummins, que está presente em praticamente o mundo inteiro, a Meritor é também bastante capilarizada, possuindo fábricas, centros de engenharia, joint ventures, centros de distribuição e escritórios globais em 19 países.

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Ambas as empresas possuem uma forte presença internacional.

A aquisição da Meritor deverá agregar imediatamente ao lucro por ação ajustado da Cummins e gerar sinergias anuais antes de impostos de aproximadamente US$ 130 milhões no terceiro ano após o fechamento do negócio.

O upgrade deverá ser impulsionado, entre outros fatores, por economia em SG&A (Vendas, Despesas Gerais e Administrativas, na sigla em inglês), operações da cadeia de suprimentos e otimização de instalações. Para saber mais acesse o site.

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Marcus Figueiredo

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