Projetos de IoT governança é um entrave?

A estrutura de governança é um aspecto mandatório quando se trata de inovação, pois os processos de transformação não têm um ciclo finito e, sendo assim, precisam de gestão de continuidade. Com a evolução acelerada da Internet das Coisas (IoT), cada vez mais, faz-se necessária a adoção de uma estrutura de governança que garanta o comportamento apropriado na criação, armazenamento, uso e exclusão de informações relacionadas a projetos de IoT. É o que explica Aleksandro Montanha, líder do Comitê de Cidades Inteligentes da Associação Brasileira de Internet das Coisas (Abinc).

Segundo Montanha, tal gestão deve ser inerente ao processo de sua aplicação e não determinado por outros ciclos, sejam políticos ou de cargos de decisão dentro de uma organização. “Quando se imprime a governança como aspecto fundamental no cenário de Internet das Coisas, se observa a importância da interoperabilidade de sistemas, da continuidade do desenvolvimento e, principalmente, do compromisso na adesão de determinadas tecnologias ao longo do tempo, gerando assim, um ciclo virtuoso na evolução das tecnologias, sem traumáticas interrupções do processo adesão de novas tecnologias”, explica Montanha.

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Uma boa governança ajuda na evolução do processo.

Pilares da governança IoT

A governança em IoT possui alguns pilares essenciais para garantir seu funcionamento, dentre eles, gerar formalizações, registros de pautas, manter fiscalizações e manter um código de ética e seleção de membros de conselhos observando a coerência entre suas faculdades e poderes. Além desses, o líder do comitê destacou também como é necessário “em tempos de muitas reuniões e alta capacidade de execução” garantir a fluidez de comunicação entre todos os membros, clareza e transparência de informações, condutas e todas as informações em torno dos projetos, além de registrar todo e qualquer tipo de comunicação.

Entretanto, ainda existem alguns desafios para obter a estrutura com sucesso.

Segundo Montanha, a estrutura de governança exige membros altamente qualificados e com grande experiência, que devem se ajustar a perfis estratégicos e administrativos. “Em um cenário onde já se vive com escassez de mão de obra técnica, esbarra-se então na dificuldade em selecionar os perfis adequados e obviamente mantê-los na posição”, destaca.

Quando bem implementada, essa governança tem um impacto muito maior no mercado de IoT. Por isso, os CIO’s devem educar suas organizações sobre a relevância dessa estrutura e investir em bons profissionais. Com isso, a estrutura fornecerá diversas vantagens como, por exemplo, continuidade de projetos, elegibilidade por competência e interoperabilidade, fundamental para sistemas de IoT. Para saber mais acesse o site.

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Marcus Figueiredo

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